Sabemos o que deveríamos saber?
Conhecemos o que deveríamos conhecer?
Seria preciso provar para crer?
Teríamos nós, seres medíocres, o poder?
Poder de quê? Poder pra quê?
Temos sim!
Poder pra humilhar,
pra enganar,
pra magoar,
pra refletir,
pra se exibir,
saber mentir.
Seríamos sãos o suficiente?
Sabemos a todos compreender?
Teríamos nós, seres medíocres, o poder?
Odiamos as pessoas
Competimos conosco mesmo
Seria pra se sentir melhor?
Ou fazer o outro pior?
Fazemos o que deveríamos fazer?
Olhamos além do amanhecer?
Teríamos nós, seres humanos, o poder?
Poema escrito em 2010.
Bem-vindo(a) ao Jardim de Aço! Um lugar de flores, mas que não exalam um perfume encantador e exuberante. As flores que aqui brotam nos levam a pensar e refletir sobre a sociedade e o homem que a conduz. Portanto, nem sempre serão bem vistas e admiradas. Mas podem causar (ou não) transformação naqueles que conseguirem entender e assimilar a mensagem por trás de cada palavra existente nesse jardim.
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
domingo, 28 de dezembro de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Depois do começo
Pensamentos completos
Insensatos e sólidos
Que não são amáveis, tão pouco retrógrados.
Vejo o futuro bem mais que distante
Uma vida monótona, tão calma e constante.
Palavras são armas que ferem, machucam
Feridas eternas, não cicatrizam.
Vejo a dor, o cansaço, a fome
A forma desumana da justiça do homem.
Talvez não sabemos por que existimos
Se por causa da luz ou do poder divino.
Milhões de crianças sofrendo e chorando
A força humana está aumentando.
Como progredir se estamos recuando?
O mundo dá voltas, estamos parados
Depois vem a crise dos desesperados.
A morte é uma certeza ou inesperada?
Estamos seguindo, criando uma estrada.
Parece estranho ou desnecessário
Um aviso tão prévio ou mesmo macabro.
A vida depende dos nossos pecados
Ou então morreremos e não seremos lembrados.
Poema escrito em 2010.
Insensatos e sólidos
Que não são amáveis, tão pouco retrógrados.
Vejo o futuro bem mais que distante
Uma vida monótona, tão calma e constante.
Palavras são armas que ferem, machucam
Feridas eternas, não cicatrizam.
Vejo a dor, o cansaço, a fome
A forma desumana da justiça do homem.
Talvez não sabemos por que existimos
Se por causa da luz ou do poder divino.
Milhões de crianças sofrendo e chorando
A força humana está aumentando.
Como progredir se estamos recuando?
O mundo dá voltas, estamos parados
Depois vem a crise dos desesperados.
A morte é uma certeza ou inesperada?
Estamos seguindo, criando uma estrada.
Parece estranho ou desnecessário
Um aviso tão prévio ou mesmo macabro.
A vida depende dos nossos pecados
Ou então morreremos e não seremos lembrados.
Poema escrito em 2010.
Assinar:
Postagens (Atom)