O que pensamos ser?
Se não um simples mortal.
Do que falamos tanto?
Se não sobre o grande capital.
Jogamos fora a igualdade.
Por que não a vida, enfim?
Corroemos a dignidade.
Por que não dar a esperança, um fim?
Possuímos uma mentalidade sórdida
A alma desqualificada
O pensamento inconveniente
Uma atitude desesperada.
Passamos por cima de direitos
Implantamos imensos deveres
Proclamamos a liberdade
Mas pressionam-nos a seguir
por uma única direção.
Nós, humanos, nunca fomos livres.
Pois, ao sentir o sabor da liberdade,
não sabemos o que fazer com ela.
Poema escrito em 2011.
Bem-vindo(a) ao Jardim de Aço! Um lugar de flores, mas que não exalam um perfume encantador e exuberante. As flores que aqui brotam nos levam a pensar e refletir sobre a sociedade e o homem que a conduz. Portanto, nem sempre serão bem vistas e admiradas. Mas podem causar (ou não) transformação naqueles que conseguirem entender e assimilar a mensagem por trás de cada palavra existente nesse jardim.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
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